
As fibras dietéticas receberam considerável atenção por parte dos pesquisadores e da imprensa leiga , principalmente em virtude de estudos epidemiológicos que relacionaram uma alta ingestão de fibras ( particularmente de grãos integrais ) a uma menor ocorrência de obesidade, resistência a insulina , inflamação sistêmica, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, hiperlipidemia , hipertensão , distúrbios intestinais e doença cardíaca.


A dieta ocidental , rica em alimentos animais ( insetos de fibras) e pobres em fibras vegetais naturais que são perdidas através do processamento (refinamento), contribui para a ocorrência de mais distúrbios intestinais nos países industrializados , em comparação aos países que consomem um tipo mais primitivos de dieta rica em carboidratos complexos não refinados .A fibra retem uma quantidade considerável de água e , assim sendo, confere " um maior volume" aos resíduos alimentares no intestino grosso, aumentando com frequência o peso das fezes.
A fibra dietética pode ajudar no funcionamento gastrintestinal exercendo uma ação de raspagem sobre as células da parede intestinal , fixando ou diluindo as substancias químicas prejudiciais ou inibindo sua atividade e encurtando o tempo de trânsito para os resíduos alimentares ( e possivelmente, para materiais carcinogênicos) passarem através do trato digestivo. O efeito protetor potencial da fibra sobre as taxas e os riscos de câncer do cólon continua sendo um tópico em aberto debatido acaloradamente . Sendo assim estudos mostram que os alimentos fibrosos , particularmente grãos , cereais e frutas , proporcionam uma proteção significativa
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